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Fevereiro 11 2009

TwitterTambém eu há uns dias me rendi ao twitter.

Muitos amigos meus me perguntam... mas afinal o que é isso do Twitter que não tem piada nenhuma.

Eu geralemnete tento explicar e dou uma comparação que por exemplo o hi5 quando surgiu também não tinha piada nenhuma... E agora toda a gente tem lá um perfil.

2009 vai ser sem dúvidas o ano do twitter. Já surgiu em meados de 2007, pelo menos já oiço falar nele desde esse tempo, mas só agora com a crescente divulgação e utilização comecei a usar realmente.

Exprimentem!

 

Deixo-vos com um artigo do jornalista Paulo Querido acerca do Twitte que explica muito bem o que é:

 

Nos primeiros dias do ano assisti a um surto de novas inscrições no Twitter, o serviço de microblogging mais usado no mundo. Refiro-me a inscrições de portugueses - nos Estados Unidos a notícia já não é o surto, mas sim se o Twitter se tornará mainstream em 2009.

Também li e comentei posts cépticos sobre a evolução do Twitter, em particular o do João Pedro Pereira no Tecnopolis ( aqui ).

Mas porquê? O que é que o Twitter tem?

Há dias chegou-me o desafio de explicar o que é o Twitter num post no jugular - um dos blogs mais badalados da actualidade. Sem grandes preciosismos, listei algumas das razões para o interesse no serviço, ao mesmo tempo que explicam onde é que ele atrai as pessoas.

Cibercidadania - Twitter: prós e contras em 140 caracteres (ou menos)

Fi-lo, muito apropriadamente, em frases de 140 caracteres, ou menos, para provar desde logo ser falaciosa uma das "críticas" que se costuma ler: a de que "140 caracteres não dão para nada!". É que cada post, ou mensagem, ou "pio", ou "tweet" no Twitter tem a limitação de um máximo de 140 caracteres. Essa limitação só é um obstáculo para quem o aceite. Na verdade, é ela que torna o Twitter tão valioso: obriga ao essencial, num mundo hiper-mega-ultra repleto de acessório.

Citando João Pinto e Castro , um dos mais recentes bloggers (bl-g- -x-st- e jugular) da blogosfera "histórica", ou central, a aderir ao Twitter: "É espantoso a conversa da treta que cabe em 140 caracteres" (59). 
Republico aqui essa lista, revista e aumentada com uma secção com os perigos e os contras do uso do serviço.

Para que serve o Twitter? 

Para que serve o telefone? Para milhentas coisas, não é? Vejam no Twitter o telefone no início de século. Não se enganarão. (124 caracteres)

O uso pelos portugueses tem mudado. Hoje, 35% usa-o via browser (isto é, escreve directamente). Só 19% do uso é envio de posts via feeds. (138)

Nem sempre foi assim. Há 3 meses o uso era maioritariamente (mais de 1/3) como 2º canal de divulgação via feed (com o Twitterfeed.com). (136)

Cibercidadania - Twitter: prós e contras em 140 caracteres (ou menos)
Isto significa evolução. Os espanhóis, que usam + intensamente, + depressa e em maior número, tb têm diminuído como 2º canal. (126)

Lendo de outra forma: apesar da utilidade como 2º canal, o Twitter é cada vez mais olhado como o canal principal, o blog é o secundário. (137)

Fechem as bocas de surpresa Cibercidadania - Twitter: prós e contras em 140 caracteres (ou menos) E perguntem: porque é que metade da lista dos top 100 bloggers do Technorati tem intensa actividade ali? (136)

Respondo (em 140). 2 razões. 1ª testam importância de 1 tema antes de escrever, recolhem info e reacções. 2ª a curiosidade atrai leitores (138!!)

Reputação. Algumas "celebridades" do Twitter revelaram-se ali. Outras já existiam na blogosfera e cresceram as reputações no Twitter. (134)

Networking. Pageviews. Renovação dos leitores de um blog. Angariação de leitores brasileiros. (94)

É preciso algum cuidado mas consegue-se converter a actividade ali em leitores no blog. O Twitter é, hoje, a minha 3ª fonte de tráfego. (136)

Extraordinário manancial de informação. Embora com áreas sobrevalorizadas, sim: a web social, a tecnologia e a política americana são must. (140)

Ñ há melhor forma de seguir um acontecimento em tempo real. Entenda-se: + completa, com + pontos de vista. Links multimedia complementares. (140)

Extraordinária riqueza de links sobre qualquer coisa. Seguir as pessoas certas de um sector é a melhor maneira de saber TUDO sobre o sector (140)

É redutor escrever em 140 car? Há piores formatações! É o segredo. Simplificar. Avalio a importância de um assunto num olhar e clico ou não (140)

Conselhos? 1, apenas. Vão devagar. Da mesma forma que um blog não se faz numa semana, não se constrói nada no Twitter sem tempo. (129)

Ah, a menos que usem de forma passiva, isto é, explorando apenas o lado (soberbo, sem rival) de caudaloso rio de informação riquíssima (135)

Bastante informação aqui: http://is.gd/eEvP . Num só artigo? Este: http://tinyurl.com/ser-alguem-no-twitter (108)

Perigos e contras do Twitter 

É altamente aditivo. Um paraíso para os news junkies. (54)

É desmoralizante para quem busca o sucesso rápido ou fácil: demora imenso tempo a construir uma rede de leitores (chamados followers). (136)

Estimula a procrastinação. Quase não vi pessoas incólumes. Mas a maioria reagiu rápido no controlo da doença. (110)

Nos primeiros dias não se passa nada, um problema para os impetuosos. O retorno nunca é imediato ou garantido. (111)

É frustrante para quem pretenda estabelecer ali uma actividade puramente comercial ou propagandística. (103)

Como a vantagem do Twitter varia quase de indivíduo para indivíduo,pode demorar que tempos até perceber onde está o valor. Eu demorei meses (140)

Apesar, ou por causa, da simplicidade, a curva de aprendizagem não é rápida. Não há botões nem menus com os "comandos". Vale a entre-ajuda (139)

Sem alguma experiência de utilização e muita dedicação, o Twitter não serve para a auto-promoção, ao contrário do que se pensa (133)

Os followers não são necessariamente friends. Podem, até, ser inimigos. Não é fácil adivinhar as intenções, evite expor-se (123)

Seguir muitas pessoas traz, por cortesia delas, muitos followers, mas um grande número de followers nem o ego compensa. (120)

Cibercidadania - Twitter: prós e contras em 140 caracteres (ou menos)

Considerações pessoais

Há quem diga, carinhosamente, que eu sou um "adepto" e um "apaixonado" do Twitter. São simpáticas, as pessoas, mas abusam um pouco dos termos: não confundo a pertença ou a paixão com aprofundar conhecimentos mais ou menos activo e participado. Sei que os jornalistas não se devem envolver - mas nem a atitude social da classe está imune às evoluções (e involuções), nem estamos aqui a falar propriamente de envolvência num partido, numa empresa, numa organização, num clube (sou adepto de dois ou três, a começar pelo Sporting e passando pelo Manchester) ou mesmo na junta de freguesia local.

Aliás, o termo "envolvido" já é excessivo. Acontece simplesmente que acompanhei o Twitter desde muito cedo e com índices de curiosidade e atenção acima da média. Se isso me trouxe alguma "posição" enquanto "tuiteiro" (o que é largamente discutível, devo dizer), é uma marginalidade não pretendida.

Por outro lado, a tentativa de estabelecer páginas como a lista de "tuiteiros" de língua portuguesa, como fiz num wiki no meu endereço pessoal, tanto pode ser encarada como um sinal desse envolvimento, como - e eu encaro assim - uma pequena experiência do "jornalismo como um serviço". Este formato adicional, chamemos-lhe assim, do jornalismo está a emergir, ainda em casos isolados e as mais das vezes de iniciativa pessoal (como é o caso), mas os jornais não o enjeitarão a seu tempo. Alguns órgãos de Comunicação Social já o fazem, e de cabeça cito um exemplo recente, o da Al Jazeera no decurso da acção militar na Faixa de Gaza, proporcionando aos leitores um plataforma para a introdução de informações geo-referenciadas.

Abrir uma lista ad-hoc de portugueses e brasileiros com contas no Twitter não é notícia, mas é uma forma de principiar a organizar informação dispersa e caótica (Já agora, está aqui: http://tinyurl.com/jornalistas ).

Da mesma forma que algum jornalismo se preocupa com a cidadania e lhe dá guarida, também na rede algum ciberjornalismo abre espaço à cibercidadania.

O tempo veio, de resto, confirmar a minha aposta (ou perda de tempo, como alguns dirão): o Twitter é o caso mais sério na web social depois do Google, do YouTube e do Facebook.

Paulo Querido , jornalista ( Siga-me no Twitter )

 

E pronto podem seguir-me a mim também... O quê? Onde? No Twitter claro!

publicado por davidbranco às 09:42

Janeiro 27 2009

 Encontro-me hoje sem mini, sem tremoços, sem estar em nenhum café mas com um grande dilema em mãos...

Numa cadeira de empreendedorismo na web tenho de decidir hoje qual o trabalho final a fazer. Quer dizer qual não, o quê... é mais isso.

Temos de fazer um plano de marketing e estude de mercado para o lançamento de um novo produto ou serviço preferencialmente na web e se possível que seja de uma empresa criada ficticiamente (por enquanto) por nós...

 

Pensei um pouco nisto e cheguei à conclusão que estou com quatro cartas na mesa mas sem saber qual escolher...

 

Pensei primeiro por ir para uma empresa de hosting e registo de domínios que se diferenciasse da concorrênacia por ter serviços bem mais baixos tipo o que já tenho mas agora uma coisa assim em grande tipo uma Amen ou uma Claranet mas com uma política low cost que desse os valores realmente justos aos domínios e alojamento web.

Neste caso terei uma grande problema e um grande dilema. O problema é haver um denso mercado e um número quase infinito de malta a prestar estes serviços. O dilema é arranjar um factor diferenciador que faça com que os meus serviços se destingam e cativem os consumidores a aderir...

 

De seguida pensei em algo como "probloging" ou seja, um serviço de criação, alojamento e manutenção de blogs profissionais para particulares e empresas. Teria por base o wordpress ou mesmo joomla, dot net nuke ou outro e criaria blogs 200% personalizados bem como lojas online, etc.

Como é um serviço bem menos complicado do que fazer sites de raiz seria com valores mais acessíveis... Depois teria de pensar também dos factores de sucesso e no modo de diferenciação.

Este é um mercado ou uma face dele em franca expansão também mas há que saber tirar daí os seus louros. Já me começa a parecer melhor...

 

Mais um momento e mais uma ideia...

Como estamos em crise e está tudo ao contrário, porque não virar a vda de Pernas para o Ar e criar um serviço de venda de serviços desportivos com alta adrenalina em que por alguns momentos ou horas nos esquecemos da crise e do stress diário e viramos a vida de pernas ao ar?? 

Seria um pouco ao estilo da marca A Vida é Bela mas mais focado no desporto aéreo e derivados...

Ainda me comecei a entusiasmar mais, surgiu um nome e tudo e muitos desportos (alguns inexplorados em Portugal) que se podiam aqui enquadrar...

 

Mas mais uma voltinha e mais uma viagem e surge um quarto tema...

Pegando num velho domínio que tenho registado para nada mas que anda aqui a mecher na neuronolândi ahá algum tempo vejo que daria para criar algo diferente do seu propósito inicial...

Uma rede social 3.0 ou seja, algo que incorpore a típica rede social (tipo hi5. facebook, etc.) com algo mais alucinante do género do second live e ainda algo bem mais real como o facto de estarmos num espaço virtual real. com imagem 3D real de locais do nosso pais e do mundo.

Imaginem criar a vossa rede social GRATUITA em que cada um mostra a sua aldeia, asua vila e a sua rua :) Esta ideia ainda está um pouco embrionária mas vou por os pontos nos is e ver oq ue pode daqui sair...

 

Bm quem me puder ajudar a decidir por qual destas quatro vias posso e devo seguir no meu trabalho agradeço.

Depois porei novidades quando se justifique...

 

Qualquer coisa mail me please ;)

publicado por davidbranco às 10:00

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dia-a-dia numa tasca virtual que é a imagem do local tipicamente Português: A Tasca (em representação de todas as tascas) onde se come o belo do tremoço a acompanhar a Mine... Assim se vai criticando e olhando a sociedade...
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